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6 de junho de 2011

Estão querendo matar um casal...

O Sr. Português e a Sra. Gramática
 
O Brasil vive um momento complicado. Na ânsia de facilitar, complica-se ainda mais. O povo brasileiro, sempre coeso em suas divisões, está se dividindo na unidade.

Coisas muito estranhas estão acontecendo. (Até o Coringão está construindo estádio!)

A Justiça aqui não é Cega como deveria ser, e nem enxerga como seria necessário.
Aqui o bandido vira herói, e o contrário também se tornou  regra. Infelizmente.
A Educação está virando iducassaun. E o próprio Ministro dessa área gostou, ou talvez não percebeu, por não ler muito. Aqui, as pessoas vem, com a maior cara de pau, dizendo que pedra não é pedra e pau não é pau, e ninguém pode dizer nada, pois algumas “pessoas importantes”, que não gostavam de ser estudantes, e, muitas delas “queimaram etapas”, alegando ter, inclusive, mestrado ou doutorado, sem nunca ter cursado o terceiro grau. E essas alegam que o pau é pedra e que pedra é pau.
Agora criaram um problema com a nossa querida Gramática, Senhora muitas vezes rude e exigente, mas fina e educada, que tem possibilitado a integração dos brasileiros deste país.
Desmoralizaram tanto a referida senhora que tem-se a impressão de que “Regras Gramaticais” são como aquelas “regras” femininas, que vem de tempos em tempos como um incômodo.
Estão afirmando que a Dona Gramática não deve ser levada a sério. Acreditam também que o Sr. Português, apelidado de "Língua Pátria" pode ser tripudiado, transformado a bel prazer. E isso em meio a um movimento internacional de países de língua portuguesa, pela unificação da língua, a nível mundial.

Eu fiquei pensando, pensando, pensando... (Pensei tanto nisso que deu vontade de chorar!)

A professora (com minúscula, mesmo, minha senhora) afirma em um livro, pago pelo povo, que a nossa língua não deve ser levada a sério. Que você pode escrever de forma “culta” (bonito, né?) ou escrever da forma que os mais ignorantes falam. Afirma que em nosso idioma não há "erros", que pode-se escrever do jeito que se fala, e pode-se falar da forma que se quiser.  Deixaríamos de falar o Português e passaríamos a falar o Ignorantez.   DISCONCORDO!

Essas pessoas idolatram um personagem muito, muito ignorante. Mais ignorante do que conviria.
E eu fico em dúvida se vou continuar escrevendo. Acho que não sei ainda qual dialeto vou escolher  depois.
Acho que estou precisando pescar mais, e meditar mais no Salmo 37. Nos versos 1 a 11 está escrito:
“Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade, porque cedo serão ceifados como a erva, e murcharão como a verdura.
Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.
Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.  
Descansa no SENHOR, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos. Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal, porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra, pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá, mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.”

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Deixo claro que:

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Quando me ponho a pensar, logo penso em pescar.

Mas é bom pescar,
pois, enquanto pesco, dá para meditar.
Sentir o peixe pegando,
sentí-lo comendo a isca...
É um prazer maravilhoso,
Sei que não há quem resista.
No final do dia, cansado, com vários peixes no covo,
já estou desestressado, pronto pro trabalho, de novo.


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